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Turista uruguaio morre após ser baleado por engano no litoral de SP

Carlos Adrian Manccini Piriz foi baleado na praia da Enseada após a virada do ano Redes sociais O uruguaio Carlos Adrian Manccini Piriz, de 36 anos, morreu ap...

Turista uruguaio morre após ser baleado por engano no litoral de SP
Turista uruguaio morre após ser baleado por engano no litoral de SP (Foto: Reprodução)

Carlos Adrian Manccini Piriz foi baleado na praia da Enseada após a virada do ano Redes sociais O uruguaio Carlos Adrian Manccini Piriz, de 36 anos, morreu após ser baleado durante a festa de Réveillon na Praia da Enseada, em Guarujá, litoral de São Paulo. Segundo a polícia, ele foi atingido em meio a uma troca de tiros entre um policial à paisana e suspeitos que tentaram roubar o agente de folga. A família da vítima, porém, nega que tenha ocorrido confronto. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso aconteceu na madrugada de quinta-feira (1). Um grupo se aproximou do policial de 43 anos, que estava acompanhado de familiares, e um dos homens teria ameaçado sacar uma arma debaixo da camisa. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A SSP-SP informou que, diante da situação, o policial reagiu e houve troca de tiros. Os suspeitos fugiram, mas Carlos foi atingido e não resistiu. A Polícia Militar também se manifestou sobre o ocorrido: “Lamentavelmente, um cidadão que estava no local foi atingido por um disparo”, disse em nota. Ainda segundo a corporação, o homem recebeu socorro imediato e foi acompanhado durante atendimento médico. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Prefeitura de Guarujá, a vítima levou um tiro no abdômen e foi conduzida ao Hospital Santo Amaro (HSA). Em nota, a unidade informou que o paciente foi internado em estado grave e morreu por volta de 16h40 do mesmo dia. Sem confronto Segundo Kerollyn Lima, irmã de Carlos, o suposto ladrão não estava armado e apenas o policial à paisana atirou. A família atribui responsabilidade ao agente e pede sua prisão. Carlos era empresário do ramo de roupas e morava em São Paulo. Uma outra testemunha ouvida pelo g1, que preferiu não se identificar, disse que não houve troca de tiros. “O policial à paisana totalmente desesperado, mira o bandido e acerta a população”, disse a mulher. Ainda segundo a testemunha, o policial chegou a empurrar umas meninas que estavam com ela e o momento foi de muita tensão. “Foi assustador. Como a pessoa não tem noção de sair atirando assim? [...] Poderia ter pegado em uma criança”, afirmou. Em nota, a SSP-SP informou que a pistola calibre .40 do policial foi apreendida para perícia. O caso foi registrado como roubo e lesão corporal na Delegacia de Guarujá. Segundo a secretaria, diligências seguem em andamento para identificar os suspeitos e esclarecer todas as circunstâncias dos fatos.